Tartarugas até lá embaixo - John Green

 "a vida é uma história que contam sobre nós, não uma história que escolhemos contar."
"A gente acha que é o pintor, mas é a tela."
"Qualquer um pode olhar para você, mas é muito raro encontrar quem veja o mesmo mundo que o seu."
"O verdadeiro terror não é ter medo, é não ter escolha senão senti-lo."
"Eu estava pensando sobre como é estranho que uma parte nossa às vezes esteja num lugar enquanto as partes mais importantes estejam em outro, um espaço que não pode ser alcançado pelos sentidos."
"Talvez a gente seja o que não pode deixar de ser."
"E a questão é que, quando a gente perde alguém, a gente se dá conta de que no fim vai perder todo mundo."
"Tenho a sensação de que não sou o motorista do ônibus da minha consciência."
"- Ah, hoje em dia todo mundo é maluco. Sanidade adolescente é tão século XX."
"Cada ser é uma pluralidade, mas pluralidades também podem se integrar, certo? Pense em um arco-íris. É um mesmo arco de luz, mas ao mesmo tempo são também sete arcos de luz de cores diferentes."
"— Um dos desafios da dor, seja física ou psíquica, é que só podemos nos aproximar dela através de metáforas. Não temos como representá-la como fazemos com uma mesa ou um corpo. De certo modo, a dor é o oposto da linguagem."
"— Se um remédio deixa a pessoa tão diferente, se a transforma tão profundamente… É uma ideia meio bizarra, entende? Quem está decidindo o que eu sou: eu mesma ou os funcionários do laboratório que produz o Lexapro? É como se tivesse um demônio dentro de mim, e eu quero muito que ele vá embora, mas a ideia de expulsá-lo com remédios é… não sei… esquisita. Mas tem muitos dias em que supero isso e tomo mesmo assim, porque realmente odeio o demônio."
"O ser humano é tão dependente da linguagem que, até certo ponto, não conseguimos entender o que não podemos nomear. Por isso presumimos que as coisas sem nome não são reais."
"Tento encontrar alguma coisa sólida em que me agarrar nesse mar revolto de pensamentos"
"Somos tanto o fogo quanto a água que o extingue. Somos o narrador, o protagonista e o coadjuvante. O contador da história e a história em si. Somos alguma coisa de alguém, mas também o nosso eu."
"A gente escolhe os nossos finais e os nossos começos. Podemos escolher a moldura, sabe? A gente pode até não decidir o que aparece na foto, mas a moldura é a gente que decide."
"E você faria isso, e, ao escrever, perceberia que amar não é uma tragédia ou um fracasso, mas um presente.
Você se lembra do seu primeiro amor porque os primeiros amores mostram — provam — que você pode amar e ser amada, que nada nesse mundo é merecido exceto o amor, que o amor é ao mesmo tempo como e por que você se torna uma pessoa."
"E ninguém nunca diz até logo a menos que queira ver a pessoa novamente."
 
 

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